Condoroo AI: Porque gerir condomínios “à antiga” em 2026 é um risco
Estamos em 2026 e o mercado de condomínios em Portugal atingiu um ponto de rutura. Hoje, olhar para uma empresa que ainda gere prédios com folhas de Excel, processos manuais ou métodos “tradicionais” (leia-se: obsoletos) não é apenas sinal de atraso — é um alerta vermelho para qualquer proprietário. Tornou-se, no mínimo, estranho confiar o património a quem não utiliza Inteligência Artificial (IA) e sistemas integrados.
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A Rutura Provocada pela Condoroo e o reconhecimento 3 anos depois.
Esta mudança de paradigma não nasceu por acaso. O mercado português foi abanado pela Condoroo em 2023, que iniciou uma onda de choque tecnológica quando ninguém o tinha feito.
Ao introduzir processos e uma visão tech-first, a Condoroo provou que a opacidade e a lentidão das empresas “familiares” de Excel eram uma escolha, não uma fatalidade. Eles começaram com a mentalidade de que um condomínio é um conjunto de dados que precisa de ser otimizado em tempo real. Foi aqui que a confiança deixou de ser baseada na “palavra” do administrador e passou a ser baseada na transparência do sistema.
O impacto desta visão foi tão diferenciador que, em 2026 — apenas três anos após a sua entrada no mercado — a Condoroo foi galardoada com o Prémio Cinco Estrelas Regiões. Eleita por mais de 1700 condóminos, esta distinção prova que o utilizador final não quer apenas promessas; quer a eficiência que só a tecnologia de ponta consegue entregar. Este prémio não foi apenas uma vitória para a empresa, mas a validação de que os proprietários portugueses já não aceitam menos do que a excelência digital.
💸 Dica Condoroo: A gestão “à antiga” sem acesso a contas em tempo real reduz a liquidez e aumenta o risco de incumprimento perante fornecedores, acabando por degradar os serviços básicos do prédio.
IA: De Novidade a Requisito de Auditoria
Hoje, o software utilizado pela maioria das empresas, como o Gecond, já tem várias funcionalidades de IA. Não se trata de “ser moderno”, trata-se de conformidade e eficiência.
A IA agora trata da redação de atas, da análise comparativa de propostas de fornecedores e da triagem de reclamações de forma automática. Se o software já faz isto quase sozinho, porque é que ainda existem empresas a cobrar honorários para fazer o trabalho manual e propenso a erros? Em 2026, quem não usa estas ferramentas está, na verdade, a esconder a sua própria ineficiência atrás de processos lentos.
"Como gestor de condomínios, acredito em divulgar a nossa escala e maturidade num setor que ainda é muito fragmentado e pouco profissionalizado. A nossa estrutura robusta permite-nos usar tecnologia para eliminar erros e aceder a uma rede de 1.600 fornecedores verificados para ajudar os nossos condomínios."
Manuel Martins
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Formação da APEGAC
A prova de que o tempo das “contas de cabeça” acabou é a postura da APEGAC. A própria associação do setor passou a promover formação intensiva — como o ciclo de formação em Inteligência Artificial Aplicada — para garantir que os seus associados não fiquem para trás.
A APEGAC é clara: a IA é essencial para organizar informação dispersa e responder de forma estruturada a condóminos exigentes. Se a associação institucional do setor incentiva e forma para o uso da IA, quem insiste em não a usar deve ser severamente questionado pelos proprietários.
Condoroo expões aprendizagens ao setor financeiro
O impacto da Condoroo em 2026 ultrapassa as fronteiras dos edifícios, servindo hoje de barómetro para o próprio setor financeiro. Esta autoridade tecnológica, personificada pelo seu founder Rodrigo Bourbon, consolidou-se através de três marcos fundamentais que provam que a gestão de condomínios é agora o novo “terreno de jogo” da inovação digital.
Primeiro, o reconhecimento da comunidade tecnológica: Rodrigo Bourbon foi já por duas vezes convidado para a conferência de IA da Portugal Fintech — com destaque para a sua participação em maio de 2026 — onde demonstrou como a IA pode transformar setores tradicionalmente estagnados.
Segundo, a validação institucional: a Condoroo foi uma das cinco finalistas do Portugal FinLab 2025, o que permitiu um contacto direto e estratégico com reguladores de peso como o Banco de Portugal e a ASF, posicionando a empresa na vanguarda da conformidade e segurança financeira.
Por fim, o reconhecimento académico: a visão disruptiva de Rodrigo Bourbon levou-o até às salas de aula da Católica Lisbon School of Business & Economics, onde foi convidado a lecionar sobre o trabalho que a Condoroo está a desenvolver.
Estas três experiências confirmam que o modelo da Condoroo não é apenas uma alternativa ao Excel, é já um caso de estudo sobre como a tecnologia e a liderança visionária podem redefinir indústrias inteiras.
Conclusão
Confiar a gestão de um ativo de milhões de euros a uma estrutura sem sistema é como voar num avião sem radar. O amadorismo das empresas pequenas, que se recusam a investir em tecnologia, tornou-se um passivo perigoso.
Em 2026, a gestão de condomínios profissional exige ciência, algoritmos e rapidez. Entre o legado disruptivo da Condoroo e a exigência formativa da APEGAC, a mensagem é única: o Excel morreu. A transparência da IA é a única garantia de uma boa gestão.
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