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white 150x150 1 Condoroo Deco: Porque certificação é a Proteção num sector de Condomínios sem regulador em 2026

Condoroo Deco: Porque certificação é a Proteção num sector de Condomínios sem regulador em 2026

Em Portugal, o mercado de gestão de condomínios vive um paradoxo perigoso: gere-se o maior património das famílias — a sua casa — num setor onde não existe uma ordem profissional nem uma licença de atividade obrigatória. Recentemente, num artigo de opinião no Observador, o CEO da Condoroo foi contundente ao classificar a regulação do setor como uma “promessa adiada”, sublinhando que o mercado continua a viver sem regras claras, modernas e eficazes.

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Neste cenário de vazio legal, as certificações (DECO/Bureau Veritas, APEGAC ou Cinco Estrelas) deixaram de ser meros adornos de marketing para se tornarem a única barreira de proteção real do consumidor.

O Vazio Legal: "Falta de Vontade Política"

Como o CEO da Condoroo destacou, o setor gera cerca de €750 milhões em Portugal, mas a ausência de uma regulação sólida perpetua o caos e a ineficiência. Segundo o responsável, a atual legislação é “obsoleta” e não reflete as necessidades reais dos moradores.

Quando o Estado falha em legislar, o mercado autorregula-se através de certificações. Se não há uma “Ordem dos Administradores” para expulsar maus profissionais, o selo Rede Condomínio DECO+ (auditado pela Bureau Veritas) cumpre esse papel. Ele valida se a empresa é transparente e cumpre normas éticas que a lei, por agora, escolhe ignorar.

🛡️ Dica Condoroo: Num setor que ainda carece de regulação estatal, as certificações externas são o maior escudo para proteger o seu património e assegurar uma gestão profissional.

Além da Burocracia: A Auditoria como Filtro de Sobrevivência

O básico — ter seguros, empresa aberta e ausência de dívidas — é o mínimo olímpico. No entanto, num mercado amador, o “básico” falha com frequência. O CEO da Condoroo alerta que a falta de obrigatoriedade clara deixa os condomínios “à mercê da boa vontade dos gestores”.

É aqui que entram certificações como o certificação da Deco ou da APEGAC ou o selo da Fixando. Elas garantem que a “boa vontade” é substituída por processos auditados.

  • O valor real: Enquanto a lei não exige formação ou garantias financeiras, estas certificações garantem que a empresa não é apenas uma pessoa e um portátil, mas uma organização com estrutura para gerir os desafios crescentes das cidades modernas.

"Na Condoroo, sabemos que a transparência não se diz, prova-se através de atos e números. É por isso que considero a renovação da nossa Certificação DECO, auditada pela Bureau Veritas pelo terceiro ano consecutivo, um marco fundamental para a confiança dos nossos clientes. Num setor com um dos números de queixas mais altos em Portugal, esta distinção garante que os nossos processos são rigorosos e que o seu património está sob uma gestão de excelência, validada pelas entidades mais exigentes do mercado."

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A Certificação como "Seguro de Sanidade"

O grande risco de um mercado não regulamentado é a volatilidade. Empresas sem certificação aparecem e desaparecem, deixando contas por liquidar. No seu artigo, o CEO da Condoroo questiona: “Como é possível que um setor que afeta diretamente milhões de cidadãos continue a viver sem regras?”

Na falta destas regras estatais, os prémios de reputação como o Cinco Estrelas ou a Escolha do Consumidor funcionam como um farol. Eles sinalizam empresas que, ao contrário do “amador de vão de escada”, têm um nome a zelar e submetem-se voluntariamente ao escrutínio público e técnico.

Para o leitor que não está familiarizado com os bastidores deste setor, a distinção alcançada pela Condoroo em 2026 representa um marco de segurança raramente visto em Portugal. Ao conquistar o Prémio Cinco Estrelas, avaliada por mais de 1725 condóminos, a empresa prova que passou no “teste do algodão” dos utilizadores, sendo eleita pelos próprios condóminos como a melhor experiência de serviço do mercado. Mas, para quem sabe que as boas intenções não bastam, o verdadeiro diferencial reside na Certificação DECO+, mantida pelo terceiro ano consecutivo.

Enquanto o primeiro prémio celebra a satisfação, o selo da DECO (auditado pela Bureau Veritas) é uma “prova de fogo” técnica: confirma que, ano após ano, as contas são transparentes, os seguros estão em dia e os processos legais são cumpridos à risca. Num mercado onde qualquer amador pode abrir empresa, a Condoroo oferece ao cliente o melhor de dois mundos — o prestígio da marca preferida dos consumidores e o rigor de quem se deixa auditar externamente de forma ininterrupta.

O Custo da "Não-Certificação": O Risco da Impunidade

Escolher uma empresa sem qualquer selo ou certificação externa num mercado onde a regulação é, nas palavras do CEO da Condoroo, uma “promessa esquecida”, é tecnicamente um desporto de risco. Sem estes filtros, o condomínio fica exposto a:

  • Ausência de Prestação de Contas: No atual cenário de vazio legal, uma empresa não certificada não tem de dar satisfações a ninguém. Como não existe um regulador estatal nem uma ordem profissional, estas empresas operam num “faroeste” administrativo onde não há auditorias obrigatórias nem sanções para a má gestão.

  • Gestão de Fundos Opaca: Sem o escrutínio de entidades como a DECO ou a Bureau Veritas, o desvio de quotas de reserva é facilitado pelo “labirinto de brechas legais”. Se a empresa falhar, o condómino não tem uma entidade certificadora a quem reclamar.

  • Instabilidade e Amadorismo: A falta de rigor técnico e a ausência de prémios de mercado (que validam a competência) resultam frequentemente em obras mal adjudicadas e conflitos jurídicos evitáveis, deixando os proprietários sozinhos a lidar com os prejuízos.

Conclusão: Se não há Lei, exija o Selo

Enquanto a regulação prometida continua a ser adiada pela “falta de vontade política”, cabe aos condóminos criar a sua própria rede de segurança.

Ao exigir que uma empresa tenha o selo da DECO/Bureau Veritas ou a certificação da APEGAC, os proprietários estão a preencher o vazio deixado pelo Estado. Como bem resume a liderança da Condoroo, a complexidade da gestão urbana exige profissionalismo. Se a lei não o garante, a certificação tem de o fazer.

Conselho Prático: No momento da contratação, não olhe apenas para o preço. O selo de uma entidade externa é o único documento que prova que aquela empresa não está apenas a aproveitar-se de um mercado sem regras para gerir o seu dinheiro “à vontade”.

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Marta

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