Condoroo AI: Porque gerir condomínios “à antiga” em 2026 é um risco
Estamos em 2026 e o mercado de condomínios em Portugal atingiu um ponto de rutura. Hoje, olhar para uma empresa que ainda gere prédios com folhas de Excel, processos manuais ou métodos “tradicionais” (leia-se: obsoletos) não é apenas sinal de atraso — é um alerta vermelho para qualquer proprietário. Tornou-se, no mínimo, estranho confiar o património a quem não utiliza Inteligência Artificial (IA) e sistemas integrados.
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